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UOL

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Major Gordon Cooper

Um dos astronautas das missões Mercúrio e o último americano a andar sozinho no espaço. Em 15 de maio de1963 ele foi lançado ao espaço em uma cápsula Mercúrio para uma jornada de 22 órbitas ao redor da Terra. Durante a orbita final, o Major Gordon Cooper disse a estação de rastreamento em Muchea (perto de Perth Austrália) que ele observava um objeto esverdeado e brilhante a sua frente que rapidamente se aproximou da cápsula. O UFO era real e sólido, porque foi detectado pelo radar de Muchea.

O avistamento de Cooper foi levado ao ar pela NBC, que estava cobrindo o vôo passo-por-passo, mas quando Cooper aterrissou foi dito aos repórteres que eles não estavam autorizados a questioná-lo a respeito do avistamento.

Dez anos antes, em 1951, ele observou UFO's enquanto pilotava um jato Sabre F-86 sobre a antiga Alemanha Ocidental. Eles eram metálicos, em forma de disco a grande altitude e se movimentavam de um forma que nenhum jato de combate Americano podia fazer.

O Major Cooper também testemunhou diante das Nações Unidas:

"Eu acredito que estes veículos extraterrestres e sua tripulação estão visitando a Terra vindos de outros planetas... a maioria dos astronautas são relutantes em discutir UFO's"

"Houve uma ocasião em 1951 em que eu observei durante dois dias muitos vôos de UFO's de diferentes tamanhos, voando em formação de combate, na maioria das vezes de leste para oeste sobre a Europa".

Em uma entrevista gravada por J. L. Ferrando, o Major Cooper disse:

"Por muito anos eu tenho vivido com um segredo, em um sigilo imposto sobre todos os especialistas em Astronáutica. Todos os dias, nos EUA, nossos radares detectam objetos de forma e composição desconhecidas para nós. Existem milhares de testemunhos e uma quantidade de documentos para provar isto, mas ninguém que torná-los públicos."

"Porque?, Por que as autoridades tem medo que população entre em pânico com medo de uma invasão. Então a ordem é: Temos que evitar o pânico de todas as formas."

"Eu fui testemunha de um extraordinário fenômeno. Ocorreu há alguns meses na Flórida. Eu vi com meus próprios olhos uma área bem definida no solo sendo consumida pelas chamas, com quatro identações deixadas por um objeto voador que desceu no meio do campo. Seres deixaram o objeto (houve traços para provar isto). Eles pareciam estar estudando a topografia, eles coletaram pedaços do solo e depois retornaram para o objeto que desapareceu a uma enorme velocidade..."

Ed White e James McDivitt

   
Em Junho de 1965, os astronautas Ed White (primeiro Americano a andar no espaço) e James McDivitt estavam passando sobre o Hawaii na nave Gemini quando eles observaram um objeto metálico de forma bizarra. O UFO tinha longos braços saindo dele. McDivitt tirou fotografias com uma câmera. As fotografias jamais foram divulgadas.

James Lovell e Frank Borman

Em Dezembro de 1965, os astronautas da Gemini James Lovell e Frank Borman observaram um UFO durante a segunda órbita do vôo de 14 dias. Borman disse que ele via uma aeronave não-identificada a alguma distância da cápsula. O Controle da missão Gemini, em Cabo Kennedy disse a ele que ele estava vendo o estágio final do próprio foguete de lançamento Titan. Borman confirmou que ele podia ver o foguete também, mas que o que ele estava vendo eram algo totalmente diferente.

Durante o vôo de James Lovell na Gemini 7:

Lovell: PLOTE ÀS 10 HORAS.

Capcom: Aqui é Houston. Repita Gemini 7.

Lovell: EU DISSE QUE NÓS TEMOS UM PLOTE ÀS 10 HORAS

Capcom: Gemini 7, estão vendo o veículo de lançamento ou é um avistamento real?

Lovell: NÓS TEMOS VÁRIOS... AVISTAMENTOS DE VERDADE.

Capcom: ...distância e tamanho estimado?

Lovell: NÓS ESTAMOS OBSERVANDO O VEÍCULO DE LANÇAMENTO TAMBÉM...

Neil Armstrong e Edwin "Buzz" Aldrin

           
De acordo com o astronauta da NASA Neil Armstrong extraterrestres possuem bases na Lua e disse-nos para ficarmos longe de lá.

Informações não confirmadas dizem que ambos, Neil Armstrong e Edwin "Buzz" Aldrin viram UFO's bem de perto depois da histórica alunissagem da Apollo 11 em 21 de julho de 1969. Pode-se ouvir um dos astronautas se referindo a uma "luz" dentro ou sobre uma cratera durante a transmissão da TV, seguido da solicitação de mais informações pelo controle da missão. Nada mais foi ouvido.

De acordo com um empregado aposentado da NASA Otto Binder, uma rádio (não citada) captou em suas próprias instalações, uma transmissão que não estava sendo passada para as TV's. Segue a transmissão:

NASA: O que há aí?

Controle da Missão chamando Apollo 11...

Apollo11: Essas "coisas" são grandes, senhor! Enormes! OH MEU DEUS! Você não iriam acreditar nisto! Eu estou dizendo existem outras espaçonaves lá fora, bem do outro lado da beira da cratera! Eles estão aqui na Lua nos observando!

Aqui está uma gravação em RealAudio de Neil Armstrong conversando com a NASA, originada da estação oficial de transmissão da NASA. Na gravação Armstrong está claramente muito exitado dizendo coisas como "Isto é inacreditável!". Esta gravação apareceu na TV Suíça em janeiro de 1997. Para mais detalhes veja o site italianohttp://www.worldlink.it/nonsiamosoli/voce_a11.htm

A gravação foi convertida para formato digital por Christian

Um certo professor que prefere se manter anônimo, conversou com Neil Armstrong durante um simpósio da NASA.

Professor: O que realmente aconteceu lá fora com a Apollo 11?

Armstrong: Foi inacreditável, claro que nós sempre soubemos da possibilidade, de fato, nós fomos alertados (pelos alienígenas). Depois disso não houve nenhuma dúvida sobre a existência de uma estação espacial ou uma "cidade" na Lua.

Professor: O que você quer dizer com "alertados"?

Armstrong: Não posso entrar em detalhes, só posso dizer que as naves deles são tão superiores as nossas tanto em tamanho quanto em tecnologia. Rapaz, eles eram grandes! ...e perigosos! Não, não há nenhuma dúvida sobre uma estação espacial.

Professor: Mas a NASA mandou outras missões para a Lua depois da Apollo 11?

Armstrong: Naturalmente - A NASA estava trabalhando duro naquela época, e não queria arriscar causar um pânico na Terra. Mas na verdade foram missões mais rápidas.

Segundo o Dr. Vladimir Azhazha:

"Neil Armstrong relatou ao Controle da Missão que dois grandes e misteriosos objetos estavam os observando depois de terem aterrissado perto do módulo lunar. Mas esta mensagem jamais foi ouvida pelo público - porque a NASA censurou".

De acordo com o Dr. Aleksandr Kasantsev, Buzz Aldrin filmou a cores os UFO's de dentro do Módulo.

Armstrong confirmou a história mas recusou entrar em detalhes além de admitir que a CIA estava por trás do acobertamento.

Donald Slayton

Donald Slayton, astronauta da Mercúrio, revelou em uma entrevista que ele viu um UFO em 1951:

"Eu estava testando um P-51 em Minneapolis, quando eu observei o objeto. Eu estava a cerca de 10.000 pés de altitude em um belo entardecer. Eu pensei que era um balão, depois eu lembrei que nenhum balão podia voar aquela altitude."

"Quando eu me aproximei vi que se parecia com um balão metereológico cinza e com mais ou menos 1 metro de diâmetro, mas quando assim que eu me posicionei por trás daquilo, ele não se parecia mais com um balão meteorológico. Se parecia com um disco."

"Então, eu vi que estava se afastando de mim, então estava se afastando a mais ou menos 300 milhas por hora. Eu ainda o detectei por um instante, e depois a coisa se elevou. Virou subindo em um ângulo de 45 graus, acelerou e desapareceu"

Major Robert White

Em 17 de Julho de 1962 o Major Robert White reportou um UFO durante o seu vôo com o X-15. O Major White disse:

"Não tive a menor idéia do que poderia ser aquilo. Era acinzentado e estava a 30 ou 40 pés de distância." Depois, de acordo com um artigo da Time Magazine, o Major White disse pelo rádio:

"Existem coisas lá fora! Absolutamente existem!"

Piloto da NASA Joseph A. Walker

Em 11 de maio de 962 o piloto da NASA Joseph Walker disse que uma de suas tarefas era detectar UFO's durante os vôos do X-15. Ele filmou 5 ou seis UFO's durante a sua gravação do vôo em abril de 1962. Foi a segunda vez que ele filmou UFO's em vôo. Durante um encontro na Segunda Conferência Nacional para Uso Pacífico da Pesquisa Espacial em Seattle, ele disse:

"Não me sinto como se tivesse especulando sobre eles. Tudo o que eu sei é o que apareceu no filme, que só foi observado depois do vôo." - Joseph Walker

Até o presente momento nenhum filme foi divulgado ao público.

Comandanter Eugene Cernan

Eugene Cernan foi o comandante da Apollo 17. Em um artigo do Los Angeles Times em 1973 ele disse sobre os UFO's:

"Eu tenho sido perguntado (sobre UFO's) e eu tenho dito publicamente que eu acho que eles (UFO's) são de alguma outra civilização."

NASA's Maurice Chatelain

Em 1979 Maurice Chatelain, chefe do sistema de comunicações da NASA, confirmou que Armstrong de fato reportou ter visto dois UFO's em uma cratera. Chatelain acredita que alguns UFO's vem do nosso próprio sistema solar - especialmente TItan.

"O incidente era de conhecimento comum de todos na NASA, mas ninguém falou nisso até agora."

".. todos os vôos das missões Apollo e Gemini foram seguidos, de perto e de longe, por espaçonaves de origem extraterrestre - Discos Voadores ou UFO's, se você quiser chamá-los pelo nome. Todas as vezes que isto aconteceu os astronautas informaram o Controle da Missão que então ordem silêncio absoluto."

Piloto Walter Schirra

"Acho que Walter Schirra, à bordo da Mercúrio 8, foi o primeiro astronauta a usar o codinome "Papai Noel" para indicar a presença de Discos Voadores próximo as cápsulas espaciais."

James Lovell

Foi um pouco diferente quando James Lovell no comando do módulo da Apollo 8 sai do lado oculto da lua e disse para que todos escutassem: "POR FAVOR ESTEJAM INFORMADOS DE QUE PAPAI NOEL EXISTE". Era dia de natal em 1968, muitas pessoas viram um sentido oculto no significado de suas palavras.

Os rumores persistem. A NASA é uma agência civil, mas muitos de seus programas são custeados pelo orçamento de defesa e a maioria dos astronautas estão sujeitos aos regulamentos de segurança militar. Otto Binder, Dr Garry Henderson e Maurice Chatelain disseram publicamente que os astronautas estão sobre ordem restritas de não discutir seus avistamentos. Gordon Cooper testemunhou em um comitê das Nações Unidas como um astronauta que realmente foi testemunha de um UFO pousado. Se não há sigilo, porque estes avistamentos não podem ser tornados públicos?

Pete Conrad e Richard Gordon

Estas fotos foram tiradas na missão Gemini 11 em 13 de Setembro de 1966

Os arquivos da NASA mencionados acima estão em:

Above Top Secret de Timothy Good
The UFO Encyclopedia de John Spencer

terça-feira, 2 de junho de 2009

TESTEMUNHAS

        Recapitulemos os pronunciamentos oficiais sobre o incindete de maio de 1986, a fim de compormos um quadro daqueles acontecimentos:

Brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima, ministro da Aeronáutica

01 – "Entre 20:00 horas (19/05) e 01:00 hora (20/05) pelo menos 21 objetos foram detectados pelos radares brasileiros".
02 – "Saturaram os radares e interromperam o tráfego na área".
03 – "Toda vez que os radares detectam objetos não-identificados os caças levantam vôo para identificação".
04 – "Radar só detecta superfícies sólidas, objetos metálicos e nuvens (massas) pesadas. Não havia nuvens nem aeronaves convencionais na região. O céu estava limpo. Radar não tem ilusão de ótica".
05 – "Só podemos dar explicações técnicas, e não as temos".
06 – "Seria muito difícil para nós falarmos sobre a hipótese de que esses objetos seriam de origem extraterrestre".
07 – "A hipótese de uma guerra eletrônica é muito remota, e não é o caso aqui no Brasil".
08 – "É fantástico. Os sinais nos radares eram bem claros".

Coronel Ozires Silva, na época presidente da Petrobrás

01 – "Dizem que foi um salto muito grande entre a presidência da Embraer e a presidência da Petrobrás, que subi tanto que cheguei a ver disco voador".
02 – "Quando nos aproximávamos de São José dos Campos, a bordo do avião Xingu PT-MBZ, Brasília pediu para observarmos alguns pontos que estavam sendo detectados pelo radar, e que não estavam registrados como vôos regulares dentro daquela área".
03 – "Na altura de 600 metros, vimos pontos luminosos, de cor laranja-vermelhado, com brilho muito intenso".
04 – "Tentamos nos aproximar das luzes, mas desistimos. As luzes apagavam e acendiam em lugares diferentes (10 a 15 segundos). Observamos variações muito rápidas de velocidade".
05 – "As luzes tinham presenças reais, eram alvos primários no radar, alvos positivos, uma coisa concreta".
06 – "Se não fosse detectado pelos radares, eu não teria falado nada".
07 – "Está registrado em fitas pelo radar".
08 – "Não consegui identificar nada".

           O Coronel Ozires Silva, posteriormente, escreveu o livro "Decolagem de um Sonho", na qual conta toda sua incrível trajetória aeronáutica, entre os quais a transformação da EMBRAER numa empresa altamente competitiva internacionalmente. Em seu livro, Ozires descreve o que viu na noite de 19 de maio de 1986. Para ver o testemunho de Ozires Silva, que ele registrou em seu livro, clique com seu mouse em DISCOS VOADORES EXISTEM? – este texto está no último capítulo de seu livro. OCoronel Ozires Silva ocupou vários cargos de destaque no Brasil, entre eles: presidência da EMBRAER, presidência da Petrobrás, Ministro da Infraestrutura no governo Collor e a presidência da VARING.

Comandante Alcir Pereira da Silva, co-piloto
do avião Xingu PT-MBZ

01 – "Vimos luzes laranjas-avermelhadas" (O comandante foi o primeiro a ver as luzes).
02 – "Parecia uma estrela bem iluminada".
03 – "Informamos a torre de São José dos Campos que iríamos perseguir o objeto".
04 – "A única prova que temos é o registro deles no radar de nossa aeronave".
05 – "A luz desapareceu como se tivesse apagado instantaneamente".
06 – "Foi uma experiência incrível".
07 – "Eles voavam em grande velocidade".

Major-aviador Ney Antônio Cerqueira, chefe do Centro
de Operação de Defesa Aérea (CODA)

01 – "Não temos condições técnicas operacionais para explicar".
02 – "O aparecimento e desaparecimento desses objetos nas telas dos radares são inexplicáveis".
03 – "São Movimentos Aéreos Não-Identificados (MANI)".
04 – "As fitas com as comunicações entre pilotos e controladores, entre controladores das áreas de Brasília, São Paulo e Anápolis e os relatórios dos pilotos dos F-5E e dos Mirages serão estudadas para posteriores conclusões".
05 – "Os instrumentos técnicos usados para a identificação das luzes tiveram problemas para registrá-las".
06 – "O CODA acionou dois F-5E e três Mirages para identificarem os objetos. Um F-5E e um Mirage ficaram de prontidão no solo".
07 – "Fato semelhante aconteceu há 4 anos" (Caso Brito).
08 – "As luzes se movimentavam a uma velocidade entre 250 a 1.500 Km/h".
09 – "A Aeronáutica não dá o caso por encerrado".

Tenente Francisco Hugo N. Freitas,
Controle de Operações

01 – "Os objetos foram detectados pelos radares de Santa Cruz, Congonhas, Anápolis e Brasília".
02 – "Os radares detectaram 21 ecos no total".
03 – "Durante alguns instantes, o F-5E foi perseguido por 13 objetos".
04 – "O objeto deslocava da esquerda para a direita, parou e começou a deslocar-se no sentido oposto ao da aeronave".

Tenente-aviador Kleber Caldas Marinho, piloto
do primeiro F-5E a levantar vôo

01 – "Tive um contato visual e um contato com o meu radar de bordo de algo que parecia um ponto de luz, o qual estava distante 12 milhas à minha frente, distância esta também confirmada pelo radar de solo" (Sofreu interferências nos seus instrumentos de bordo).
02 – "O objeto se deslocava da esquerda para a direita, depois começou a subir".
03 – "O objeto variava de cor: verde, vermelha e branca. Predominava a cor branca".
04 – "O objeto estava a 10 km de altura e na velocidade acima de 1.000 km/h".
05 – "Segui até as 200 milhas sobre o oceano Atlântico" (Não conseguiu aproximar-se e nem identificar o objeto).
06 – "Não tive medo porque eu gosto do desconhecido".

Capitão-aviador Márcio Brisola Jordão, piloto
do segundo F-5E a levantar vôo

01 – "Próximo a São José dos Campos, o radar detectou vários contatos, dez a treze pontos, a vinte milhas de distância".
02 – "O céu estava limpo, mas eu não via nada".
03 – "O radar de solo foi informado a aproximação dos objetos: 20 milhas, 15, 10, 5, de repente havia 13 objetos atrás de minha aeronave, a 2 milhas de distância, seis de um lado e sete do outro, durante vários minutos. Após manobrar a aeronave, os objetos haviam desaparecido".
04 – "Não vi forma, não vi velocidade, não vi variação de altura e não mudou de cor".
05 – "Voou durante 01:20 hora".
06 – "Não tive medo porque não via nada me ameaçando".

Capitão Armindo de Souza Viriato de Freitas,
piloto do Mirage

01 – "O céu estava limpo, mas eu só percebi o objeto pelo radar; o objeto estava a 20 km de distância".
02 – "Como não tinha razão de aproximação, resolvi aumentar a velocidade até 1.340 km/h, e me aproximei do objeto até 6 milhas de distância".
03 – "O objeto se deslocava para frente e se movimentava de um lado para o outro no escopo do meu radar" (ziguezague).
04 – "De repente, o ponto desapareceu no escopo do meu radar".

Major-brigadeiro-do-ar Sócrates Monteiro,
comandante do IV COMAR (SP)

01 – "Há muitos anos esses casos vêm sendo registrados".
02 – "Passaram de 250 para 1.500 km/h em frações de segundo".
03 – "A FAB filmou todo o evento em vídeo-tapes".
04 – "90% tem explicações, 10% não".
05 – "Pode ser que se explique por uma disfunção eletrônica dos radares".
06 – "É possível que não se constate o que foi".

           Deve-se ressaltar que os pilotos de Mirage e F-5E são considerados os melhores do Brasil, pois fazem inúmeros cursos de especialização e jamais iriam confundir meteoros com OVNIs. Quando lemos o currículo dos pilotos que levantaram vôo naquela noite de 19 de maio, temos uma boa idéia da sua experiência profissional: 900 missões, 2.000 horas de vôo, e assim por diante. Aliás, só uma a cada quinhentas pessoas consegue tornar-se um piloto de caça da FAB.

           Os aeronautas da aviação comercial do aeroporto de Cumbica, São Paulo, negaram-se a comentar o fato. A abordagem do tema OVNI pode representar muitos problemas para o profissional de aviação; temem represálias por parte da empresa.

           O coronel Adalberto Resende Rocha, chefe do Centro de Relações Públicas do Gabinete do ministro da Aeronáutica, não permitiu que certas perguntas fossem respondidas, tais como autonomia e armamento das aeronaves, alegando serem de caráter sigiloso.

OVNIS INVADEM O BRASIL

"Quando um cientista ilustre, mas idoso, declara que alguma coisa é possível, quase certamente tem razão. Quando declara que alguma coisa é impossível, muito provavelmente está errado"
(Lei de Clarke)

           Precisamos tomar muito cuidado para falar que isso ou aquilo é impossível, pois parece que o destino dos homens do planeta Terra é realizar ou provar coisas impossíveis. Na história da humanidade sempre existiram cientistas aparentemente competentes, que promulgaram as leis do que é tecnicamente possível ou impossível, demonstrando, às vezes, que estavam inteiramente errados enquanto a tinta da caneta mal secara. Nos dias atuais tudo continua igual e certamente continuará a ser assim no futuro.

          Recentemente, em 19 de maio de 1986, tivemos um "show" de discos voadores no céu brasileiro, a ponto de as autoridades da Aeronáutica virem a público afirmar que o espaço aéreo brasileiro foi invadido por vinte e um objetos de origem desconhecida, os quais foram detectados pelos radares, foram acompanhados por aviões a jato, se movimentavam em altas velocidades, passando de 250 a 1.500 km/h em fração de segundo, sem causar o boomcaracterístico, mudavam de cor, mudavam de trajetória, subiam, desciam, sumiam instantaneamente do radar e apareciam, aos olhos do observador, em outro lugar, acompanhavam os aviões, ficavam parados, faziam ziguezague, causaram a interrupção do tráfego aéreo em várias áreas, saturaram os radares, causaram interferências nos equipamentos dos aviões a jato, faziam curvas em ângulos retos (90°) em altíssimas velocidades, sem deixar rastros como as aeronaves convencionais. Isso tudo foi informado oficialmente, e deve ser menos de 20% do que realmente aconteceu.

A ORDEM DOS FATOS

20:50 horas – O operador da torre de controle do aeroporto de São José dos Campos observa, por binóculo, dois pontos luminosos. A torre pede ao comandante Alcir Pereira da Silva, que viajava com o coronel Ozires Silva, que fizesse uma busca visual do OVNI.

21:10 horas – Sinais luminosos são vistos pelo comandante Alcir e pelo coronel Ozires Silva.

21:14 horas – O controle de radar de São Paulo recebe sinais sem identificação.

21:15 horas – O controle de radar de São Paulo informa o Centro de Tráfego Aéreo de Brasília.

21:20 horas – Brasília confirma a presença de sinais no radar.

21:23 horas – O primeiro jato F-5E sai da Base Aérea de Santa Cruz, Rio de Janeiro, rumo a São José dos Campos (tenente Kleber Caldas Marinho).

22:45 horas – O radar de Anápolis, a 50 km de Goiânia, detecta os sinais e o primeiro Mirage levanta vôo em busca dos OVNIs (capitão Armindo Souza Viriato de Freitas).

22:50 horas – O segundo jato F-5E levanta vôo (capitão Márcio Brisola Jordão).

23:15 horas – O tenente Kleber vê bolas de luz pela primeira vez e começa a perseguir os OVNIs.

23:17 horas – O segundo Mirage levanta vôo em Anápolis.

23:20 horas – O F-5E detecta, pela primeira vez, sinais pelo radar de bordo.

23:36 horas – O terceiro Mirage levanta vôo da base de Anápolis.

          Mas no meio oficial, comentou-se muitas coisas que não foram mencionadas nos depoimentos, tais como: quando o F-5E era seguido por treze OVNIs, o piloto fez um looping para ficar de frente com tais objetos, o que não foi possível pois os objetos também fizeram o looping com o avião. Comentou-se que um objeto veio em alta velocidade e, de repente, parou bem à frente do avião, em rota eminente de colisão, saindo em seguida, a toda velocidade, deixando o piloto totalmente apavorado.

           Considerando-se apenas as informações oficiais, esses fatos só podem ser explicados dentro do contexto do fenômeno UFO ou simplesmente disco voador. O que importa é a origem desses objetos, provavelmente extraterrestres, e a sua tecnologia indiscutivelmente muito avançada e totalmente desconhecida pelos cientistas do planeta Terra. Nossas autoridades da Aeronáutica não souberam explicar o que eram esses objetos, limitando-se a dizer que só podem dar explicações técnicas, e essas explicações eles não as têm. Foi formada uma comissão de estudos para analisar os fatos, e a conclusão certamente jamais será do conhecimento público. De certa forma, de positivo ficou o fato da Aeronáutica brasileira reconhecer publicamente que o nosso espaço aéreo é invadido constantemente por estranhos objetos de origem desconhecida, e, de negativo, ficou o lamentável fato que vários cientistas tentaram explicar o evento, dando um total de vinte e uma explicações distintas para um simples avistamento de OVNIs. Algumas tão infantis que é difícil acreditar que partiram de cientistas.

           Os ufólogos brasileiros e de outros países já estão acostumados a esse círculo vicioso, no qual todas as vezes que acontece um fato ufológico de conhecimento público alguns cientistas, quase sempre os mesmos, dão entrevistas aos meios de comunicação totalmente contra a hipótese dos discos voadores. Quem é o culpado dessa situação? Os ufólogos, os cientistas ou os repórteres que procuram as pessoas erradas para explicar o que não conhecem? Ora, se eu tenho um problema de coração, jamais irei procurar um mecânico para resolver o meu problema. O que observamos em alguns cientistas é que eles querem explicar um fato ufológico como algo relativamente simples e conhecido, sem, no mínimo, analisar os fatos.

           Isso não acontece só no campo ufológico, mas em todos os campos da ciência. Essas pessoas esquecem que a imaginação é um dos principais requisitos de um bom cientista. É importnte ter um sólido conhecimento científico, o "sentido" da ciência e uma imaginação realmente flexível. O mais espantoso é a velocidade com os quais aqueles que, em certo momento, declaram "é impossível"passam a dizer "eu sempre disse que podia ser feito". Parecem mais políticos do que cientistas. Mas quais as razões que levam um cientista a não admitir a existência dos discos voadores?

           Contra fatos não há argumentos. A ufologia é riquíssima em fatos, mas é mais fácil negar do que provar. Esses cientistas são conservadores, têm medo de cair no ridículo, ficam cegos pelos seus preconceitos, são incapazes de ver o que está diretamente na frente deles, recusam-se a aprender com a experiência ou o assunto altera suas bases morais, sociais e religiosas, não sabemos, mas a história do homem está repleta de exemplos dessa natureza, que mais tarde se revelaram errados.

O CONTROLE GRAVITACIONAL

          Parece que a única coisa que separa o possível do impossível é o fator tempo. Através dele, muitas coisas impossíveis passaram a ser possíveis, e as que hoje são impossíveis certamente serão possíveis no futuro. O próprio fenômeno UFO nos mostra como será o nosso futuro: controle da força gravitacional, teletransporte, viagens para outros sistemas estelares, invisibilidade, controle total da matéria (átomos) realizando transmutações, e muitos outros fatos ufológicos serão de domínio total dos nossos cientistas do amanhã.

           Os erros do passado em nada têm alertado certos cientistas, que fazem questão de tapar o sol com a peneira. Houve uma época em que se disse que estavam caindo pedras do céu, e os cientistas explicaram que isso era impossível. Mais tarde descobriram-se os meteoros. No século passado, por volta de 1880, a idéia da luz elétrica era um absurdo para muitos cientistas, menos para Thomas Alva Edson. Quando as primeiras locomotivas estavam sendo construídas, os cientistas afirmavam clamorosamente que a "sufocação" seria o destino daqueles que atingissem a terrível velocidade de 50 km/h. No início do século passado (1900), os cientistas eram quase unânimes em declarar que o mais pesado que o ar era impossível de voar e que tentar construir aeroplanos seria dar provas de loucura. Na década de 1920, a idéia do vôo espacial também era uma loucura. Em 1957, quando era colocado em órbita terrestre o primeiro satélite artificial, um famoso cientista e inventor disse ao mundo que o homem jamais poria os pés na Lua, fato que os repórteres lhe cobraram em 1969. Enfim, teríamos milhares de exemplos para mostrar que a palavra "impossível" foi inventada pelos fracos, pelas pessoas que não têm capacidade de enxergar um palmo na frente do nariz.

           Também não seria assim tão surpreendente se muitas coisas tidas como impossíveis se tornassem realidades graças a brilhantes cientistas que insistiram em suas idéias, tendo como exemplo o fenômeno ufológico. O próprio Einstein já falava em controle gravitacional na sua teoria da unificação dos campos. De onde surgiu essa possibilidade? Analisando casos de discos voadores? Infelizmente, esse gênio morreu antes de concluir sua teoria. Mas será que hoje já teríamos o controle gravitacional se Einstein a tivesse concluído? Sabemos que a NASA gasta fortunas em pesquisas, inclusive sobre o controle gravitacional. Os discos voadores nos mostram que esse sonho certamente será uma realidade – é só uma questão de tempo.

           O mais importante é que a tecnologia é o resultado de novos sistemas e não o aperfeiçoamento de sistemas antigos. Hoje cruzamos o oceano Atlântico cem vezes mais rápido do que há duzentos anos. Não que os barcos andem cem vezes mais rápidos, mas sim porque hoje temos aviões a jato. Atualmente o vôo com aviões a jato é coisa corriqueira, mas era um sonho há duzentos anos, uma fantasia impossível de se pensar. Fernão de Magalhães levou dois anos para dar uma volta ao mundo, mas hoje um astronauta leva apenas noventa minutos. No seriado "Cosmos", do falecido Carl Sagan, falou-se do projeto sofisticado do jato de Guerra Bussard, que poderia viajar com uma velocidade próxima á da luz para aplicar uma dilatação relativística especial do tempo. É somente um projeto? Ainda é um sonho? Os norte-americanos já falam em utilizar o ônibus espacial para construir naves dessa natureza no espaço. Aí envolve o fator dólares. Com uma nave dessa, na velocidade de 99,99% da velocidade da luz, poderíamos percorrer 37 anos-luz em dois meses, ou seja, poderíamos atingir qualquer uma das trezentas estrelas contidas em um raio de trinta anos-luz. Enquanto para os passageiros passariam somente dois meses, para os habitantes da Terra passariam 37 anos.

TROCAR ACUSAÇÕES POR PESQUISAS

          Os russos já conseguiram ficar muitos meses no espaço, o que faz parte do preparo de uma viagem tripulada ao planeta Marte. Loucura? Sonho? Ou uma realidade eminente? Parece que o homem veio do espaço e que o seu destino é retornar a ele. A todo instante os discos voadores nos mostram essas possibilidades, mas há cientistas que não acreditam e falam com uma ignorância arrogante. Há alguns anos, o físico César Lates deu uma entrevista à imprensa na qual afirmou que a vida é privilégio do planeta Terra em todo o Cosmos, e que a vida extraterrestre é um verdadeiro absurdo. Hoje a grande maioria dos astrônomos e físicos acreditam na vida extraterrestre, porém não crêem que esses seres nos estejam visitando por meio de discos voadores. Esses cientistas dizem que uma nave do tipo Voyage I, viajando a uma velocidade de 50.000 km/h, para alcançar a estrela mais próxima do nosso sistema solar, a Alfa do Centauro, distante 4,3 anos luz, levaria aproximadamente 100.000 anos. Seriam gerações e gerações dentro de uma nave espacial. Isso é válido para a nossa atual tecnologia, que tem apenas trinta anos na área das viagens espaciais. Ora, como estará a tecnologia de viagens espaciais de uma população de seres extraterrestres que tenham um milhão de anos à nossa frente? Viajando a 50.000 km/h?

           Na ufologia mundial há milhares de casos, riquíssimos em detalhes, envolvendo pessoas perfeitamente normais, mas alguns cientistas preferem simplesmente afirmar que essas pessoas são "loucas", no lugar de pesquisarem a história que elas contam. Esses cientistas deviam unir-se e provar cientificamente que os discos voadores não existem. Esses cientistas têm viseiras tão fechadas que, se alguém entregar um disco voador a eles, é mais do que provável que ainda assim eles não acreditarão. Quando analisamos os seus depoimentos, principalmente em relação ao evento de 19/05/86, verificamos que são absolutamente infundados e totalmente desencontrados; nenhum deles parou para analisar os depoimentos das autoridades da Aeronáutica. Eles só conseguiram provar duas coisas. Primeiro: que não conseguem entender-se entre si. Segundo: na sua tentativa de provar que não era fenômeno extraterrestre, que não conhecem os fenômenos terrestres. E é lamentável que eles tenham dado tantas explicações, algumas totalmente conflitantes entre si. Acreditamos que eles devem ser bons profissionais, que realizam seus trabalhos como competência, mas tudo indica que nunca pesquisaram um único caso de disco voador.

FATOS RECENTES

Reino Unido abrirá arquivos secretos sobre OVNIs

O Ministério da Defesa britânico pretende abrir gradualmente
 
ao público nos próximos meses seus arquivos secretos sobre
 
aparições de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs),
 
segundo relatos publicados na imprensa local.

De acordo com o jornal The Observer, a intenção do governo é acabar com as especulações sobre as supostas informações secretas relacionadas ao tema.

Segundo o Daily Telegraph, serão divulgados um total de 160 arquivos sobre investigações de supostas aparições de OVNIs.

Os arquivos contêm informações sobre mais de sete mil relatos de OVNIs recebidos nos últimos 30 anos pelo serviço de inteligência do ministério a cargo das investigações.

França libera arquivos sobre OVNIs

ABDUÇAO

Abdução na Gardunha
Luis Aparicio , Segunda, 29 de Outubro de 2007 (23:55:17) 
luisaparicio escreve: " Num Domingo, 15 de Setembro de 1996, um jovem de nome Ricardo Machado Oliveira caminhava pelo Cabeço da Penha, na serra da Gardunha, na região remota da Beira-Alta. A montanha está localizada aproximadamente a 12 Km do sul do Fundão, uma cidade a 210 Km a nordeste de Lisboa e a 50 Km a oeste da fronteira com Espanha. 
Ricardo decidiu explorar uma caverna na montanha com uma história interessante.

No século XIV, uma menina do Fundão desapareceu por três dias. Quando foi finalmente encontrada, disse ao grupo de busca que tinha sido recolhida por uma senhora vestida-de-branco que lhe ofereceu água a beber por um recipiente em forma de sino. Alguns atribuiram este acontecimento a uma manifestação da Virgem-Maria e por esse motivo existiu nesse lugar uma imagem da santa que era motivo de peregrinação e que causou várias disputas entre povoações, como é de conhecimento local.

Nome ou Pseudónimo da Testemunha Principal: Ricardo Machado Oliveira
Data e Hora do Avistamento: 15/09/1996, 21:00H
Local do Avistamento: Gardunha, Cabeço da Penha.
Relato:

Num Domingo, 15 de Setembro de 1996, um jovem de nome Ricardo Machado Oliveira caminhava pelo Cabeço da Penha, na serra da Gardunha, na região remota da Beira-Alta. A montanha está localizada aproximadamente a 12 Km do sul do Fundão, uma cidade a 210 Km a nordeste de Lisboa e a 50 Km a oeste da fronteira com Espanha. 
Ricardo decidiu explorar uma caverna na montanha com uma história interessante. >

Dentro da caverna, Ricardo perdeu os sentidos. Quando veio a si, encontrava-se num hangar subterrâneo enorme e cercado por três espécies distintas de seres humanóides. Próximo estavam diversas naves de forma oval e prateadas. 

Estes seres disseram a Ricardo que eram parte de uma aliança de mundos interestrelares associados para observar a terra. Sua base sob o solo da serra da Gardunha, era uma das quatro bases extraterrestres espalhadas pela terra. As outras estariam em Warminster, Inglaterra, perto da planície de Salisbúria e de Stonehenge; no Grand Canyon, Arizona, EUA; e outra num lugar desconhecido no Peru.

Imediatamente depois de ouvir isto, Ricardo perdeu novamente os sentidos. Quando abriu os olhos, estava do lado de fora da caverna e eram aproximadamente 8 horas na noite.

SERA MESMO??

Eu vi um disco voador terrestre
Luis Aparicio , Segunda, 20 de Março de 2006 (21:36:20) 
luisaparicio escreve: "

Os Canadianos / Americanos tinham pelo menos um disco voador operacional em Maio de 1977. Eu sei porque vi...
Vivi em Montreal, no Canadá, durante 13 anos, até ao fim de 1978.
Em Maio de 1977, por volta das 17 horas, estava um dia lindo de sol no centro da cidade de Montreal. 
Tinha 16 anos e depois de comprar o pão, estava à porta da minha casa pronto para tocar à campainha para a minha mãe abrir a porta.


De repente ouço um som de um motor diferente e mais forte do que os carros que passavam na estrada.

Voltei-me e reparei que o som vinha do céu.

Estava a passar um disco voador em velocidade lenta, por cima da estrada e depois acabou por passar por cima da nossa moradia.

Voava a uma velocidade lenta (cerca de 20 km / hora) e a uma altura de cerca de 50 metros do solo.

O disco voador, visto por baixo, não tinha marcas, luzes, portas, janelas ou identificação.

Tinha a cor de metal, reflectia o sol e era pouco maior do que um carro familiar.

As pessoas que estava à espera do autocarro no outro lado da estrada também viram o disco voador passar.
Esta é apenas uma imagem para ilustrar algo que a testemunha parecido.


 

As minhas conclusões:

Acredito que existe vida fora do planeta Terra mas o que eu vi em 1977 era terrestre.

Depois de vários anos de estudo sobre o assunto, cheguei à conclusão que o projecto Canadiano / Americano chamado "Avrocar", que oficialmente terminou no inicio dos anos 60, na realidade, continuou com outro nome e noutro local pois o que eu vi no fim dos anos 70 era uma evolução do projecto "Avrocar".

Podemos concluir que os Canadianos / Americanos tinham pelo menos um disco voador operacional em 1977.

Penso que antes da invenção dos actuais satélites espiões foram utilizados OVNI's pelos Americanos.

Esta também pode ser a explicação para o movimento em "L" de uma luz redonda (OVNI) que vi no céu de Lisboa numa noite de Verão em 1979.

Vitor Rodrigues 

Vila Franca de Xira - Portugal
Sócio Gerente - Agência de Viagens e Turismo

SERIAM DEUSES??


Em 1859, quando Charles Darwin publicou seu livro “A Origem das Espécies”, a teoria da evolução iniciou uma jornada que levaria tal teoria ao status de única explicação acerca das nossas origens. Muitas fraudes e equívocos acompanharam a teoria da evolução, na mesma época, muitas vozes criacionistas se levantaram em favor da criação.

Semelhantemente, em 1968 foi lançado um livro que suscitaria ilusões sobre a origem e o desenvolvimento da humanidade. Erich von Däniken, escreveu o livro: Erinnerungen an Die Zukunft, (Recordações do Futuro), ou conforme o título em português: ‘Eram os deuses astronautas?’ Este livro trouxe aplausos dos céticos e a revolta no meio evangélico.

Estariam os seres humanos sozinhos no universo? Existiriam outros seres com uma tecnologia avançada que manipulava a história humana? Seriam os Escritos Sagrados, normas morais desenvolvidas pelos alienígenas[i]? As visões dos profetas e seu cumprimento foram interferências de extraterrestres? Depoimentos de ‘rapto’, visitações, contatos imediatos de primeiro[ii], segundo e terceiro grau; merecem crédito? 


Berço da Civilização – Babá Extraterrestre?

Däniken sugeriu que o desenvolvimento da humanidade ocorreu devido a constantes visitações de astronautas (extraterrestres) ao nosso planeta. Desde as primeiras civilizações até ocasiões de delicados relacionamentos diplomáticos, astronautas visitavam a terra e cooperavam no desenvolvimento da civilização humana. Até mesmo no aspecto genético, afirmam que houve influência de elementos extraterrestres, outros conjecturam que a humanidade seria uma experiência genética ou cobaia de outros mundos, apostam alguns ufólogos. 

Essas visitações eram excitantes para os humanos, e então lhes imputavam uma posição de deuses. Como observadores que desconheciam qualquer tecnologia poderiam expressar as visitações de astronautas? Os estrondos, aspectos cintilantes e as roupas espaciais teriam um esplendor magnífico que forneceriam as visões registradas nos livros sagrados – deve-se entender que segundo os ufólogos todas as civilizações tiveram algum tipo de interferência extraterrestre que ocasionou tais escritos.

Como uma visitação de aeronaves extraterrestres poderia ser relatada por observadores primitivos? Os registros dos profetas são aclamados como provas dessas visitações. O exemplo mais utilizado pela ufologia encontra-se no Livro bíblico de Ezequiel. O profeta foi detalhista no relato de sua visão e expressou minuciosamente a glória de Deus. Contudo, teríamos neste livro indícios de alguma visitação alienígena? Seriam as manifestações de Deus apenas visitações extraterrestres? 

Apesar dos mentores da ufologia procurarem nas Escrituras evidências de manifestações extraterrestres, uma das dificuldades que encontram é a consistência da mensagem bíblica que é coerente desde Gênesis até Apocalipse. Visto que a Bíblia abrange toda a história humana e foi escrita durante um período de cerca de 1500 anos, tendo cerca de 40 escritores inspirados, tem portanto, demonstrado singularidade e presciência no conteúdo de Sua mensagem. Contudo, esforçam-se os ufólogos em fazer interpretações que indicam algumas passagens como visitações. Vejamos um exemplo dessa associação, observemos o livro de Ezequiel.


Visões Celestiais Interpretadas como Visitações Extraterrestres

Um exemplo popular da associação de visitações extraterrestres às visões celestiais é comentada no livro ‘Eram os deuses astronautas?’. Citando a visão de Ezequiel, procuram simular uma visitação de astronautas como segue: Quem falou com Ezequiel? Que espécie de seres era? “Deuses”, segundo a concepção tradicional, certamente não eram, pois esses provavelmente não necessitavam de um veículo para ir de um local a outro. A nós, essa espécie de movimentação nos parece incomparável com a concepção de um Deus Todo-Poderoso. Sobre o motivo da visita dos astronautas afirmam: Os “deuses” falaram com Ezequiel e instaram para que doravante restaurasse a lei e a ordem na Terra.[iii] 


Apologia ao Livro de Ezequiel

As Escrituras têm um padrão moral e espiritual que objetiva restaurar o homem a uma relação aprovada diante de Deus. Também ensina as Escrituras que isso somente é possível mediante Jesus Cristo. A Palavra de Deus não tem um interesse político ou diplomático dissociado da moralidade e dos pactos instituídos com o Seu povo. Quando esses elementos políticos aparecem, são apenas conseqüências da desobediência por parte da nação de Israel, ou do desrespeito das nações para com Israel.

Por outro lado, alguns ufólogos dizem que determinadas decisões governamentais são fruto de interferências alienígenas. Isto é, os extraterrestres visitavam a Terra periodicamente e comunicava alguma orientação aos povos. Isso, afirmam, foi feito aos diversos povos espalhados pelo mundo. Em outras palavras, veríamos traços alienígenas em todas civilizações. Semelhantemente, afirmam que as intervenções divinas na nação de Israel seriam intervenções alienígenas e não do Deus vivo.

Essa idéia é ventilada na afirmação de Däniken[iv], que extraterrestres estariam orientando os procedimentos mundiais. Não é isso que encontramos no Livro de Ezequiel. Se realmente os alienígenas desejassem uma intervenção internacional, deveriam ter se apresentado a Nabucodonozor, rei de Babilônia, e não a um profeta humilde de um povo cativo. 

Qual foi a amplitude da visão? Foi uma visita de astronautas? Em Ezequiel capítulo 1, lemos que o profeta Ezequiel estava no meio dos cativos e teve visões: abriram-se os céus, e eu tive visões de Deus. O povo que estava com Ezequiel não teve as mesmas visões, logo não houve qualquer visitação de astronautas! Os céus foram abertos, então, Ezequiel passou primeiramente a ouvir a Palavra de Deus. Depois, ele continuou vendo a manifestação da glória de Deus. Os detalhes das visões de Ezequiel demonstram a realidade da presença de Deus. O povo cativo de Israel estava atribulado, mas recebeu vigor das visões de Ezequiel, contudo não viram o que o profeta contemplava. 

Novamente no capítulo 8 do Livro de Ezequiel encontramos outro relato das visões do profeta, nessa ocasião ele estava em casa junto aos anciãos de Israel, mas somente Ezequiel foi transladado e teve a visão em espírito, das coisas ocultas em Jerusalém. Houve uma visitação de extraterrestres ou uma visão divina? Obviamente foi uma visão, pois os demais companheiros de Ezequiel não participaram, apenas ouviram seu relato. Isso contraria a afirmativa dos ufólogos, pois dizem que as visitas dos extraterrestres causavam transformações nas culturas primitivas. 

Outro fator essencial do Livro de Ezequiel é sua mensagem profética. Seriam as profecias provenientes de ‘ditados’ extraterrestre? Se as profecias fossem de origem extraterrestre, também não dependeriam dos mesmos agentes para seu cumprimento? As Escrituras nos ensinam que a base do cumprimento das profecias bíblicas é a atuação de Deus: Ainda veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Que é que vês, Jeremias? E eu disse: Vejo uma vara de amendoeira. E disse-me o SENHOR: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir (Jr 1.11,12).

Vejamos um exemplo das profecias no Livro de Ezequiel. No capítulo 26, registra-se que a Palavra do Senhor veio a Ezequiel, encontramos cerca de sete previsões bem específicas: 1. Nabucodonosor destruirá a cidade de Tiro localizada no continente (26.8). 2. Muitas nações lutarão contra Tiro (26.3). 3. Será feita como uma penha descalvada; plana como o topo de uma penha (26.4). 4. Pescadores espalharão suas redes no local (26.5). 5. Lançarão o entulho na água (26.12). 6. Jamais será construída (26.14). 7. Jamais voltará a ser encontrada (26.21). Diferente do ocorrido em Sodoma e Gomorra que foi repentino, o cumprimento da profecia do Livro de Ezequiel arrastou por centenas de anos até o nosso século, seu cumprimento está inteiramente ligado à onipotência e onisciência de Deus.

Vejamos o cumprimento dessa profecia: Três anos após a profecia, Nabucodonosor veio a sitiar a cidade de Tiro, localizada no continente. Na Enciclopédia Britânica, lemos: Depois de treze anos de cerco (585-570 aC.) por Nabucodonosor II, capitulou e reconheceu a soberania babilônica. Em 538 aC. Tiro com o restante da Fenícia passou para a soberania da Pérsia aquemênida. A cidade continental foi destruída em 573 aC. (Predição 1). Em 333 aC. Alexandre III, depois de derrotar Dario III, marchou para o sul. Demoliu a velha Tiro, localizada no continente, e com o entulho construiu um molhe de 60 metros de largura, atravessando o estreito que separava a antiga e a nova cidade, edificando torres e engenhos de guerra na ponta do molhe. (Predição 5) A marinha utilizada por Alexandre foi composta pela contribuição de várias cidades e regiões: Sidom, Árado, Biblo (essas contribuíram com 80 navios à vela), 10 de Rodes, 3 de Solos e Malos, 10 de Lícia, um bem grande da Macedônia, e 120 de Chipre (Predição 2). A parte maior do local onde outrora havia a grande cidade é hoje em dia um local plano como o alto de uma Penha (Predição 3). É um lugar próprio para os pescadores, que ainda hoje utilizam para espalharem suas redes para secarem (predição 4) Até hoje não foi construída (Predição 6). Suas ruínas foram lançadas ao mar e seu nome não mais é encontrado. Plínio o Velho apresenta uma grande conclusão: Tiro... outrora famosa, mas hoje toda a reputação de Tiro se limita ao nome de um molusco e de um corante de cor púrpura[v] (Predição 7).

Quando tais profecias poderiam depender de interferência extraterrestre? Foram cumpridas em todos seus detalhes até os nossos dias. Isso totaliza 26 séculos! Stoner comenta que: Se Ezequiel tivesse em sua época olhado para Tiro e tivesse feito essas sete predições pela sabedoria humana, essas estimativas indicam que as chances de todas elas se concretizarem seria de apenas uma em 75 milhões. Todas se concretizaram nos mínimos detalhes.[vi]

Grandes civilizações que detêm, entre ufólogos a elite das visitações extraterrestres, desapareceram. Maias, Incas, Astecas, povos que floresceram e desvaneceram. Onde estavam os seus mentores quando chegou a adversidade? Por outro lado, tudo que as Escrituras profetizaram tem se cumprido plenamente. 


Fatores Essenciais no ‘Fenômeno’ dos Ovnis

O primeiro exemplo de um ‘fenômeno’ dos Ovnis registrado, ocorreu em Washington, EUA, 1947[vii]. Desde que um homem de negócios contou ter visto algo semelhante a um “pires” voando, centenas de milhares de pessoas em todo o mundo anunciaram suas próprias visões de objetos voadores não-identificados. A palavra Ufologia vem da sigla UFO (Unidentified Flying Objects), que corresponde a OVNI (Objeto Voador Não Identificado). A ufologia é a área que estuda a possível existência de seres em outros planetas e galáxias.

A parapsicologia é um fator essencial no contato com supostos extraterrestres. Relatos de abduções[viii] são acompanhados com detalhes parapsicológicos. Muitas vezes os testemunhos somente são possíveis através da hipnose. Outro fator que acompanha os testemunhos são os relatos de contato sexual com extraterrestres. Finalmente, procuram transmitir uma mensagem. A mensagem ufológica coincide com os ensinamentos esotéricos. Enquanto o esoterismo ‘deu vida’ aos elementos da natureza, duendes e demais frutos da fantasia, enchendo-lhes de ensinamentos filosóficos e místicos, a ufologia tem atribuído semelhantes ensinamentos aos imaginários mestres cósmicos.


Divergências no mundo da Ufologia

Longe de lançarem mãos de fatos em seus argumentos sobre a existência e a interação dos extraterrestres, suas conclusões advêm de observações a alguns eventos que são interpretados como evidência alienígena. Todavia, encontramos divergências no meio ufológico. A ufologia tem divisões internas que expõem a fragilidade do movimento. Temos dois ramos principais na ufologia, a científica e a mística. A Ufologia dita Científica não poupa ataques ao exagerado esoterismo, à confusão de idéias e à duvidosa religiosidade que permeia sua rival, por isso mesmo denominada Mística. – explica A. J. Gevaerd, editor da revista Ufo. Assim, o correto é que se divida a Ufologia, doravante, não mais em Mística ou Científica, mas sim em “séria” e “não séria”. Onde se fixará este limite, no entanto, dependerá da sensibilidade, da maturidade e da experiência de cada ufólogo. Que tenhamos capacidade para aproveitar o que houver de sério e útil em cada uma dessas correntes. E que não nos falte sabedoria para discernir e descartar aquilo que não nos servir. Conclui o editor.

A Ufologia Científica depende exclusivamente de fatos, contudo, na prática, utilizam evidências circunstanciais: fotos, filmes, impressões no corpo, na terra, em plantações. Evidências que são, em primeira mão, inusitadas. Mas desbaratadas com o tempo e esclarecimento. Essa é a posição do respeitado cientista Carl Sagan, que embora cria em vida extraterrestre, e procurasse investir em sua busca, através de comunicação por sofisticados aparelhos, a ponto de criar um centro de escuta intergalático, admitiu que nunca conseguiu sequer um contato bem sucedido. Carl Sagan fundou a Planetary Society, uma renomada instituição na vanguarda do rastreamento de sinais de vida fora do nosso planeta. O projeto Search for Extraterrestrial Intelligence (SETI), ou Busca por Inteligência Extraterrestre, não alcançou êxito. Em Socorro, Novo México, encontra-se o Very Large Array (VLA) é um aglomerado de vinte e sete radiotelescópios conectados eletronicamente, como se fossem um único telescópio do mesmo tamanho até nos menores elementos, ou um radiotelescópio de dezenas de quilômetros de extensão[ix]. Toda essa estrutura científica não conseguiu localizar outras civilizações alienígenas, quer inferiores quer superiores, ou mesmo algum planeta que tenha semelhanças com o planeta Terra.


O ‘Outro Evangelho’ – das Estrelas

Além dos fantásticos relatos das visões ufológicas, encontramos também o surgimento de seitas apocalípticas envolvidas com manifestações de ovnis. Um exemplo exótico é a Fundação Uranius, sediada nas proximidades de San Diego, Califórnia, e administrada pela autodenominada “visionária cósmica” Ruth Norman, também conhecida pelo nome de Uriel. Ela afirma ter recebido transmissões de seres “supercelestiais” e ter visitado nada menos que 60 planetas. “Através de meus ensinamentos, os humanos poderão atingir um plano espiritual mais elevado, de preferência a tempo de saudar as 33 naves estelares da Confederação Interplanetária que irão aterrissar em San Diego em 2001” afirma Norman.

Outro exemplo do misticismo no movimento ufológico ocorreu em Londres, Inglaterra. A Sociedade Aetherius, caracterizada por cultos a contatos extraterrestres, contudo com algo inusitado, entre os extraterrestres encontram-se Jesus e diversos santos, que moram em Vênus, conforme George King, fundador do movimento em 1956. King afirma que como interessado pelo misticismo oriental, certo dia, em estado de transe, recebeu mensagens de seres extraterrestres. Eles afirmavam que Jesus estava vivo e morava em Vênus. 

Segundo Edenilton Lampião, quando editor da revista Planeta, escreveu um artigo publicado em 10 de setembro de 1984 do jornal Folha da Tarde, no qual alertava para a sofisticação dos métodos e da linguagem das seitas no Brasil. Lampião classificou-as em três tipos: as profundamente místicas (de inspiração cristã, em que Jesus surge como comandante de frotas de naves-mãe em trânsito pelas galáxias), aquelas que falam em nome de uma nova “consciência cósmica” (um líder serve de mediador com os Ets, aos quais, claro, só ele e mais uns poucos privilegiados têm acesso) e as mais traiçoeiras de todas, a corrente de seitas esotérico-científicas que se adaptam ao gosto do linguajar moderno dos meios de comunicação. 

Esperava-se que suas mensagens refletissem cultura altamente desenvolvida, principalmente na área científica. Contudo, não é isso que propagam. Suas mensagens refletem idéias ocultistas, principalmente tentando atingir as Escrituras como sendo espúrias. 

Depois de observarmos diversos livros, revistas e jornais que propagam a ufologia, obtemos um extrato de suas afirmações, vejamos algumas:

1. Acusam a Bíblia de falsidade, no entanto, usam diversas passagens para indicar a existência de ovnis. Algumas supostas mensagens de alienígenas interpretam as Escrituras de uma forma particular, atribuindo-lhes a autoria. 

2. Afirmam que os mentores galácticos aguardam algum tipo de adoração por parte dos habitantes da Terra.

3. Atribuem ao homem uma capacidade divina, que deve ser desenvolvida através de exercícios, meditações, amuletos e marcas. Aguardando um advento de centenas de naves alienígenas que conduziram a humanidade a uma nova era.

4. Aguardam uma nova era, quando o ser humano ultrapassará as fronteiras do conhecimento. A constituição de um código civil mundial que trará paz ao planeta. O auto conhecimento libertará o homem, ou o divinizará.

5. Deus, o homem, e os animais fazem parte da mesma essência divina e material; portanto, é necessário um místico respeito ecológico.

6. Entidades alienígenas e/ou espirituais estão agora presentes para ajudar a humanidade a ajustar-se à Nova Era de avanço espiritual.

Extraterrestres e anjos parecem confundir-se no imaginário popular. São excitantes para a mente popular devido as seguintes características: 1. vêm de um outro mundo (planeta ou céu). 2. formas de vida avançadas, proporcionando ultrapassar fronteiras tecnológicas ou espirituais. 3. geralmente suas qualidades são expressas em beleza física. 4. têm excelente comunicação com humanos. 5. habilidade em vôo. 6. aparições acompanhadas com luz brilhante e cintilante. 7. branco, azul e cinza são as cores mais populares. 8. profetizam mudanças no meio ambiente e a inauguração de uma nova era. 9. incentivam a divinização do homem, a busca do ‘eu’ interior. 10. Negam ou omitem o pecado, a real condição do homem e, portanto não tem nenhum plano de salvação que inclua o arrependimento, fé e santificação. Tanto aqueles que afirmam falar com ‘anjos’ quanto os que afirmam que falaram com Ets têm as características acima. Os conceitos de pecado, e condição geral da humanidade parecem muito com as atuais filosofias materialistas e liberais.


As chances de ver um Ovni aumentaram

Com a difusão do sistema de telefonia, que usam satélites de última geração, as chances de ver um ‘ovni’ aumentaram surpreendentemente. Há cerca de dois anos foram lançados em órbita 72 desses satélites, com cerca de 640 kg e orbitando a Terra a 780 km de altitude. Eles compõem a primeira rede global de telefonia celular e paging via satélite do mundo. Por emitirem um brilho rápido e forte, têm sido confundidos com objetos voadores não identificados (Ovnis) e proporcionando um aumento das incidências dos relatos de testemunhos de pessoas que viram ovnis.

A revista Ufo relata: Proporcionalmente ao seu tamanho, o brilho dos satélites Iridium (empresa de satélites para uso no sistema de telefonia) é mais forte que o da Lua: um aparelho da rede pode ter seu brilho na magnitude 9, considerado alto pelos ufólogos... Os satélites podem ser avistados com certa facilidade após o crepúsculo, ou antes, do alvorecer, em qualquer ponto do azimute. Têm elevação variada, podendo chegar ao zênite 90º perpendicular ao solo, acima de nossas cabeças. À oeste, os satélites são vistos no início da noite e, à leste, pouco antes do amanhecer – mas a maioria dos “avistamentos” é ao norte ou ao sul, no início e fim da noite.[x] Muitos sinais luminosos são apenas reflexos dos mais diversos sistemas de satélites utilizados. Mesmo a atmosfera pode refletir luz, formando a impressão que seja algum óvni. Portanto, se dividirmos os testemunhos de pessoas que avistaram óvnis encontraremos a seguinte escala: fraude fotográfica e testemunhal, reflexos na atmosfera, reflexos de satélites e visões paranormais.


Identificando os Ovnis – a fronteira

O imaginário popular adquiriu um espaço sem fronteiras em grande parte devido às viagens espaciais, ficção cientifica e a indústria cinematográfica. Além disso, onerosos projetos científicos estão em operação, buscando com verdadeira seriedade encontrar vida e inteligência nos espaço sideral. Em resultado disso, está ficando cada vez mais difícil para as pessoas, especialmente os jovens, dizer onde termina a ciência e onde começa a ficção. A existência de seres extraterrestres e a possibilidade de se comunicar com eles e de ser influenciado por eles invadiram sutilmente a mente das pessoas, como que pela porta dos fundos.

As Escrituras afirmam que a Terra era sem forma e vazia, essa condição verificamos também nos planetas vizinhos e naqueles que podem ser observados por diversos meios. Encontramos a mesma condição quando observamos fotos dos planetas de nosso sistema solar. Por outro lado as Escrituras admitem que existe vida fora da terra. O apóstolo Paulo relatou que além de haver vida fora da terra, ela está em luta com o ser humano. Em sua carta aos Efésios (6.12) ele escreveu: Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. As Escrituras também advertem dos riscos do envolvimento com entidades espirituais: Vós bem sabeis que éreis gentios, levados aos ídolos mudos, conforme éreis guiados. (1 Co 12.2). As Escrituras admitem a existência de outros seres, além dos humanos, e até mesmo atribui-lhes poder sobre-humano. Mas não encontramos afirmação de seres que residam em outros planetas. Entretanto, afirma a Bíblia a existência de dois níveis de habitat, o terrestre e o celestial. 

Por outro lado, alguns professos cristãos, liberais, afirmam que existem outros mundos habitados e estes talvez fossem também visitados por Jesus, onde, morrendo por tais extraterrestres, poderia alcança-los, salvando-os. Assim, seria apenas uma repetição do que aconteceu a cerca de dois mil anos. Imagine diversos mundos que também foram visitados por Jesus, onde viveu e morreu sacrificialmente. Para tais liberais, esta seria uma resposta plausível e até provável. Encontramos alguns problemas no contexto bíblico, que não podemos deixar de considerar. Primeiro, a morte de Cristo para o perdão de pecados é única: assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação (Hb 9:28). A manifestação de Cristo é impar, primeiro para tirar o pecado e uma segunda vez, para aqueles que O aguardam. Interferir Deus na criação diversas vezes em mundos diferentes através de Cristo está fora do contexto bíblico, Apocalipse relata a exaltação de Cristo diante de todo o universo, e não sistematicamente nos quadrantes do universo (Ap 12.12; 18.20). E depois disto, uma preparação universal: novos céus e nova terra (Ap 21.1). Se existissem outros mundos, estariam sujeitos ao juízo que está ocorrendo no céu (devido à rebelião de satanás) e ao juízo que advém sobre a terra (devido à condição caída da humanidade), sem ao menos ser citado no contexto bíblico?

Em um vasto universo, não poderia Deus criar outros mundos? Sim, mas, temos que concordar que houve um princípio, um início criativo. E segundo as Escrituras a seqüência da criação é bem conhecida: No princípio criou Deus os céus e a terra. Nos céus Deus criou os anjos, em diversos níveis e na terra Deus criou a natureza, os animais e finalmente o homem. Notamos a citação clara da criação dos animais, répteis e aves. Se houvesse outros mundos, isso seria relevante e seria registrado. Somente encontraremos no Universo três naturezas, a Divina, que somente subsiste na Trindade; a celestial que se aplica a todas as classes de anjos; e a humana. Uma quarta natureza está sendo preparada, a natureza incorruptível dos santos, (mortos e vivos) que na manifestação do Senhor Jesus adquirirão. 

Encontramos duas ferramentas para identificar os ovnis, primeiramente pelo equivoco daqueles que tiveram a experiência, e então pelos frutos. A identidade das engenhocas espaciais que aparecem podem ser identificadas na seguinte ordem: 1. confusão com o planeta Vênus, este planeta é o mais brilhante para o observador comum, transmite a impressão que está rodando rapidamente no seu eixo. 2. balões meteorológicos; 3. meteoros; 4. aviões ou helicópteros; 5. parélio, isto é, mancha brilhante que aparece em um lado do sol; 6. equivoco nos relatos, a dificuldade relatar o que realmente viu contribui para uma interpretação errônea e carregada de imaginação. 7. paranormal, além da hipnose, atribuindo elementos ocultistas. A segunda ferramenta de identificação é os frutos. Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? (Mt 7.16). Que fruto está produzindo tais ‘aparições’? Os seus ensinos, conforme comentamos acima, demonstram que toda a árvore, isto é, todo o assunto relacionado com ovnis está comprometido com o ocultismo, portanto condenado pelas Escrituras. 

Outra característica comum das aparições dos supostos seres extraterrestres é a deformidade física: cabeças desproporcionais ao corpo, pele desbotada, olhos exagerados ocupam 30% da cabeça; corpo minúsculo e falta de comunicação oral, enfatizando os poderes telepáticos. Alias, a telepatia[xi] sempre é o meio de comunicação com os terrestres, talvez esta seja a razão da necessidade de hipnose para comunicar com supostos alienígenas. Em fim, as ‘criaturas’ que aparecem nas retratações daqueles que afirmaram ter visto algum extraterrestre não passam no crivo das Escrituras, pois Deus ao criar, sempre testificou que sua criação era boa. Vemos uma bela criação, desde a grande variedade de paisagens no planeta, como uma variedade de animais e vegetais que transmitem um belo visual e até mesmo a harmonia de sons, quando voltamos nossa atenção para os pássaros. Coroando a criação Deus criou o homem e a mulher. Definitivamente, os supostos seres extraterrestres não trazem a assinatura de Deus – o belo. (Gn 1.4,10,12,18,21,25,31)

Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas (Lc 21.25). 

Um dos astronautas das missões Mercúrio e o último americano a andar sozinho no espaço. Em 15 de maio de1963 ele foi lançado ao espaço em uma cápsula Mercúrio para uma jornada de 22 órbitas ao redor da Terra. Durante a orbita final, o Major Gordon Cooper disse a estação de rastreamento em Muchea (perto de Perth Austrália) que ele observava um objeto esverdeado e brilhante a sua frente que rapidamente se aproximou da cápsula. O UFO era real e sólido, porque foi detectado pelo radar de Muchea.

O avistamento de Cooper foi levado ao ar pela NBC, que estava cobrindo o vôo passo-por-passo, mas quando Cooper aterrissou foi dito aos repórteres que eles não estavam autorizados a questioná-lo a respeito do avistamento.

Dez anos antes, em 1951, ele observou UFO's enquanto pilotava um jato Sabre F-86 sobre a antiga Alemanha Ocidental. Eles eram metálicos, em forma de disco a grande altitude e se movimentavam de um forma que nenhum jato de combate Americano podia fazer.

O Major Cooper também testemunhou diante das Nações Unidas:

"Eu acredito que estes veículos extraterrestres e sua tripulação estão visitando a Terra vindos de outros planetas... a maioria dos astronautas são relutantes em discutir UFO's"

"Houve uma ocasião em 1951 em que eu observei durante dois dias muitos vôos de UFO's de diferentes tamanhos, voando em formação de combate, na maioria das vezes de leste para oeste sobre a Europa".

Em uma entrevista gravada por J. L. Ferrando, o Major Cooper disse:

"Por muito anos eu tenho vivido com um segredo, em  um sigilo imposto sobre todos os especialistas em Astronáutica. Todos os dias, nos EUA, nossos radares detectam objetos de forma e composição desconhecidas para nós. Existem milhares de testemunhos e uma quantidade de documentos para provar isto, mas ninguém que torná-los públicos."

"Porque?, Por que as autoridades tem medo que população entre em pânico com medo de uma invasão. Então a ordem é:  Temos que evitar o pânico de todas as formas." 

"Eu fui testemunha de um extraordinário fenômeno. Ocorreu há alguns meses na Flórida. Eu vi com meus próprios olhos uma área bem definida no solo sendo consumida pelas chamas, com quatro identações deixadas por um objeto voador que desceu no meio do campo. Seres deixaram o objeto (houve traços para provar isto). Eles pareciam estar estudando a topografia, eles coletaram pedaços do solo    e depois retornaram para o objeto que desapareceu a uma enorme velocidade..."

Ed White e James McDivitt

   
Em Junho de 1965, os astronautas Ed White (primeiro Americano a andar no espaço) e James McDivitt estavam passando sobre o Hawaii na nave Gemini quando eles observaram  um objeto metálico de forma bizarra. O UFO tinha longos braços saindo dele. McDivitt tirou fotografias com uma câmera. As fotografias jamais foram divulgadas.

James Lovell e Frank Borman

Em Dezembro de 1965, os astronautas da Gemini James Lovell e Frank Borman observaram um UFO durante a segunda órbita do vôo de 14 dias. Borman disse que ele via uma aeronave não-identificada a alguma distância da cápsula. O Controle da missão Gemini, em Cabo Kennedy disse a ele que ele estava vendo o estágio final do próprio foguete de lançamento Titan. Borman confirmou que ele podia ver o foguete também, mas que o que ele estava vendo eram algo totalmente diferente.
 
 

Durante o vôo de James Lovell na Gemini 7: 
 
Lovell:  PLOTE ÀS 10 HORAS. 

Capcom:   Aqui é Houston. Repita Gemini 7. 

Lovell:   EU DISSE QUE NÓS TEMOS UM PLOTE ÀS 10 HORAS

Capcom:   Gemini 7, estão vendo o veículo de lançamento ou é um avistamento real? 

Lovell:   NÓS TEMOS VÁRIOS... AVISTAMENTOS DE VERDADE.

Capcom:   ...distância e tamanho estimado? 

Lovell:   NÓS ESTAMOS OBSERVANDO O VEÍCULO DE LANÇAMENTO TAMBÉM...

Neil Armstrong e Edwin "Buzz" Aldrin

           
De acordo com o astronauta da NASA Neil Armstrong extraterrestres possuem bases na Lua e disse-nos para ficarmos longe de lá.

Informações não confirmadas dizem que ambos, Neil Armstrong e Edwin "Buzz" Aldrin viram UFO's bem de perto depois da histórica alunissagem da Apollo 11 em 21 de julho de 1969. Pode-se ouvir um dos astronautas se referindo a uma "luz" dentro ou sobre uma cratera durante a transmissão da TV, seguido da solicitação de mais informações pelo controle da missão. Nada mais foi ouvido.

De acordo com um empregado aposentado da NASA Otto Binder, uma rádio (não citada) captou em suas próprias instalações, uma transmissão que não estava sendo passada para as TV's. Segue a transmissão:
 
 

NASA:    O que há aí? 

                Controle da Missão chamando Apollo 11... 
 

Apollo11: Essas "coisas" são grandes, senhor! Enormes! OH MEU DEUS! Você não iriam acreditar nisto! Eu estou dizendo existem outras espaçonaves lá fora, bem do outro lado da beira da cratera! Eles estão aqui na Lua nos observando!
 

Aqui está uma gravação em RealAudio de Neil Armstrong conversando com a NASA, originada da estação oficial de transmissão da NASA. Na gravação Armstrong está claramente muito exitado dizendo coisas como "Isto é inacreditável!". Esta gravação apareceu na TV Suíça em janeiro de 1997. Para mais detalhes veja o site italianohttp://www.worldlink.it/nonsiamosoli/voce_a11.htm
 

A gravação foi convertida para formato digital por Christian
 

Um certo professor que prefere se manter anônimo, conversou com Neil Armstrong durante um simpósio da NASA.

Professor:    O que realmente aconteceu lá fora com  a Apollo 11?

Armstrong:   Foi inacreditável, claro que nós sempre soubemos da possibilidade, de fato, nós fomos alertados (pelos alienígenas). Depois disso não houve nenhuma dúvida sobre a existência de uma estação espacial ou uma "cidade" na Lua.
 

Professor:    O que você quer dizer com "alertados"? 

Armstrong:   Não posso entrar em detalhes, só posso dizer que as naves deles  são tão superiores as nossas tanto em tamanho quanto em tecnologia. Rapaz, eles eram grandes! ...e perigosos! Não, não há   nenhuma dúvida sobre uma estação espacial.
 

Professor:    Mas a NASA mandou outras missões para a Lua depois da Apollo 11? 

Armstrong:   Naturalmente - A NASA estava trabalhando duro naquela época, e não queria arriscar causar um pânico na Terra.  Mas na verdade foram missões mais rápidas.
 
 

Segundo o Dr. Vladimir Azhazha:

"Neil Armstrong relatou ao Controle da Missão que dois grandes e misteriosos objetos estavam os observando depois de terem aterrissado perto do módulo lunar. Mas esta mensagem jamais foi ouvida pelo público - porque a NASA censurou".

De acordo com o Dr. Aleksandr Kasantsev, Buzz Aldrin filmou a cores os UFO's de dentro do Módulo.

Armstrong confirmou a história mas recusou entrar em detalhes além de admitir que a CIA estava por trás do acobertamento.

Donald Slayton

Donald Slayton, astronauta da Mercúrio, revelou em uma entrevista que ele viu um UFO em 1951:

"Eu estava testando um P-51 em Minneapolis, quando eu observei o objeto. Eu estava a cerca de 10.000 pés de altitude em um belo entardecer. Eu pensei que era um balão, depois eu lembrei que nenhum balão podia voar aquela altitude."

"Quando eu me aproximei vi que se parecia com um balão metereológico cinza e com mais ou menos 1 metro de diâmetro, mas quando assim que eu me posicionei por trás daquilo, ele não se parecia mais com um balão meteorológico. Se parecia com um disco."

"Então, eu vi que estava se afastando de mim, então estava se afastando a mais ou menos 300 milhas por hora. Eu ainda o detectei por um instante, e depois a coisa se elevou. Virou subindo em um ângulo de 45 graus, acelerou e desapareceu"

Major Robert White

Em 17 de Julho de 1962 o Major Robert White reportou um UFO durante o seu vôo com o X-15. O Major White disse:

"Não tive a menor idéia do que poderia ser aquilo.  Era acinzentado e estava a 30 ou 40 pés de distância." Depois, de acordo com um artigo da Time Magazine, o Major White disse pelo rádio:

"Existem coisas lá fora! Absolutamente existem!"

Piloto da NASA Joseph A. Walker

Em 11 de maio de 962 o piloto da NASA Joseph Walker disse que uma de suas tarefas era detectar UFO's durante os vôos do X-15. Ele filmou 5 ou seis UFO's durante a sua gravação do vôo em abril de 1962. Foi a segunda vez que ele filmou UFO's em vôo.  Durante um encontro na Segunda Conferência Nacional para Uso Pacífico da Pesquisa Espacial em Seattle, ele disse:

"Não me sinto como se tivesse especulando sobre eles. Tudo o que eu sei é o que apareceu no filme, que só foi observado depois do vôo." - Joseph Walker

Até o presente momento nenhum filme foi divulgado ao público.

Comandanter Eugene Cernan

Eugene Cernan foi o comandante da Apollo 17. Em um artigo do Los Angeles Times em 1973 ele disse sobre os UFO's:

"Eu tenho sido perguntado (sobre UFO's) e eu tenho dito publicamente que eu acho que eles (UFO's) são de alguma outra civilização."

NASA's Maurice Chatelain

Em 1979 Maurice Chatelain, chefe do sistema de comunicações da NASA, confirmou que Armstrong de fato reportou ter visto dois UFO's em uma cratera. Chatelain acredita que alguns UFO's vem do nosso próprio sistema solar - especialmente TItan.

"O incidente era de conhecimento comum de todos na NASA, mas ninguém falou nisso até agora."

".. todos os vôos das missões Apollo e Gemini foram seguidos, de perto e de longe, por espaçonaves de origem extraterrestre - Discos Voadores ou UFO's, se você quiser chamá-los pelo nome. Todas as vezes que isto aconteceu os astronautas informaram o Controle da Missão que então ordem silêncio absoluto."

Piloto Walter Schirra

"Acho que Walter Schirra, à bordo da Mercúrio 8, foi o primeiro astronauta a usar o codinome "Papai Noel" para indicar a presença de Discos Voadores próximo as cápsulas espaciais." 
 
 

James Lovell

Foi um pouco diferente quando James Lovell no comando do módulo da Apollo 8 sai do lado oculto da lua e disse para que todos escutassem: "POR FAVOR ESTEJAM INFORMADOS DE QUE PAPAI NOEL EXISTE". Era dia de natal em 1968, muitas pessoas viram um sentido oculto no significado de suas palavras. 
 
 

Os rumores persistem. A NASA é uma agência civil, mas muitos de seus programas são custeados pelo orçamento de defesa e a maioria dos astronautas estão sujeitos aos regulamentos de segurança militar. Otto Binder, Dr Garry Henderson e Maurice Chatelain disseram publicamente que os astronautas estão sobre ordem restritas de não discutir seus avistamentos. Gordon Cooper testemunhou em um comitê das Nações Unidas como um astronauta que realmente foi testemunha de um UFO pousado. Se não há sigilo, porque estes avistamentos não podem ser tornados públicos?