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UOL

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O meteorologista Rubens Junqueira Vilela

professor do Instituto de Astronomia e Geofísica da USP, tinha 31 anos em 1961 quando foi à Antártida pela primeira vez a bordo do navio Glacier da Marinha dos Estados Unidos.

Rubens Junqueira Vilela

Na baia do Almirantado, ilha do Rei Jorge, onde 23 anos depois seria construída a base "Comandante Ferraz", do Brasil, Vilela teve uma experiência inesquecível. Ele mesmo conta:

"Naquele dia, 16 de março, após o jantar, subi ao convés para ver o panorama. Estávamos rodeados de montanhas formando paredões de 500 metros de altura, parcialmente cobertos de neve. Na margem, a dois quilômetros, encontrava-se uma base inglesa abandonada. O céu estava nublado, havia um vento leve e a noroeste via-se o clarão fraco e amarelado do sol poente. De repente, vimos uma estranha luz cruzar os céus. Os marinheiros gritavam, apontando para o objeto. Suas cores, formas e contornos não pareciam coisa deste mundo e não sei até hoje a que compará-las. Esse corpo luminoso multicolorido deixava um longo rastro na forma de um tubo oco de cor vermelho-alaranjada.

Subitamente dividiu-se em dois como numa explosão; cada pedaço brilhou mais intensamente com cores branco-azuladas e vermelhas e lançou raios laterais, inclinados para trás. Depois, tomou a forma de uma armação de guarda-
chuva semi-aberta e desapareceu em menos de um minuto sem deixar traço. Não se ouviu nenhum ruído, as luzes não eram ofuscantes e as cores tinham tons suaves. O objeto se encontrava a cerca de 100 metros de altura e parecia ter o tamanho de um punho fechado. Deslocava-se a baixa velocidade. Passou a bombordo, de noroeste para sudeste, como se viesse de trás das montanhas da ilha.

Pensávamos que poderia ser um foguete de sinalização lançado por exploradores da ilha. Fomos investigar. Não encontramos ali sinais de vida. Mais tarde, o capitão Porter, do Glacier, registrou no diário de bordo que as luzes eram um meteoro ou outro fenômeno natural luminoso. Para mim, aquilo foi um disco voador".



Falando seriamente, eu tinha certeza que o objeto, pelas suas características, “não era desse mundo”. Anos mais tarde na França relatei a observação a cientistas de um grupo de estudo, o GEPA (Grupo de Estudos de Ufologia) fundado pelo general Lionel Chassin, que quando comandava manobra da NATO (Organização do Tratado no Atlântico Norte) , teve a frota sobrevoada por esquadrilha de OVNIs, que desativaram todos os armamentos. Prossegui então nas pesquisas num grupo de São Paulo, a APEX (Associação Paulista de Pesquisas Exológicas), que, através de um contatado, me levaram a viver acontecimentos extraordinários, comprovando a realidade do fenômeno, e a natureza de seus tripulantes, extraterrestres “como denominam vocês”, alguns deles se identificaram. Tivemos contato direto com uma chamada “nave patrulha” e uma sonda, na rodovia dos Bandeirantes e em Limeira, em novembro de 1978.

A experiência de contato tornou-se assustadora quando seres de outra origem intervieram e nos vimos, no meio de um canavial, entre dois fogos, sendo um companheiuro do grupo (o contatado) atingido por um raio de luz que o jogou no chão. Partira de um veículo flutuante parecido a um fusca. Foi-nos advertido que este tipo de pesquisa envolve riscos, tanto “para vocês como para nós extraterrestres”. Tive outras experiências de pesquisa posteriores. Conclui que a vida no universo não é bem como imaginamos ou pensam os cientistas, e que muito ainda temos que aprender na nossa evolução.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

ANTES, VOCÊ PRECISA SABER QUE...




A cada minuto, em algum lugar do mundo, alguém vê um disco voador. A cada 6 horas, uma pessoa é abduzida por ETs. Estima-se que exista, hoje, mais de 8 milhões de ocorrências ufológicas registradas em quase 180 países inclusive no Brasil, onde temos uma rica e diversificada casuística. Os números são impressionantes e indicam que há um fenômeno em ação, sobre o qual temos que aprender o máximo possível. Para isso surgiu, há mais de 20 anos, o Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), a maior e mais bem estruturada instituição dedicada à Ufologia da América Latina e uma das maiores do mundo. Dele fazem parte nossos principais ufólogos, responsáveis pela qualidade da Revista Ufo a cada mês, mantendo-a com temas atuais e significativos sobre nossos visitantes alienígenas.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

FOTOS de OVNIS

Essas fotos não pertencem a era "digital".Onde elas são colocadas, os negativos, no microscópio, sabendo-se se são falsas, o tamanho do objeto, se está pendurado por fios, sua distância, e a velocidade aproximada, etc.
Para assistir vídeos de Ufos clique aqui: Ufos
, Ovnis.

sábado, 12 de setembro de 2009

AGUARDEM!!!

Fotos de OVNIs, extraterrestres e discos voadores

Fotos de OVNIs, extraterrestres e discos voadores

UM DIA ELES,VIRAO,AGUARDEM!!!

OVNI é a sigla para Objeto Voador Não Identificado, também chamados pela sua sigla em inglês: UFO - Unidentified Flying Object. O termo era inicialmente usado para classificar qualquer objeto detectado por um radar que não fosse imediatamente identificado. A partir daí, foi levantada a questão de que esses objetos poderiam pertencer a seres extraterestres. E agora não são apenas os radares, inúmeras pessoas já tiraram fotos do que juram serem OVNIs.

Com a popularização do tema, começaram a surgir cada vez mais fotos de discos voadores e alienígenas, alguns sem dúvida um engano de quem as tirou ou uma brincadeira de mau gosto. A medida que as tecnicas de filmagensevoluiram, os vídeos de OVNIs e extraterrestres foram ficando cada vez mais convincentes, até o ponto de não sabermos mais diferenciar as falsificações

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

INVASAO!!!

Mulheres gritando em pânico, discos voadores e extraterrestres malignos: poderia ser um filme B dos anos 50, um Plano 10 do Espaço Exterior. Mas é um vídeo no estilo “Bruxa de Blair”, com extraterrestres Greys.

Como um bom vídeo caseiro, começa com a festa de aniversário de 17 anos de uma garota. De repente, as luzes se apagam, e não porque “É pique! É pique! É pique!”. É um blecaute mesmo. Três adultos resolvem sair da casa para verificar o disjuntor. Começa o terror.

Fora da casa, vêem uma luz vermelha do céu. “É uma nave! É uma nave!”. A nave pousa, e três pequenos extraterrestres vestidos como mímicos, com roupas colantes pretas e longos braços são vistos. Apesar de provavelmente terem vindo de muito longe, eles não parecem perceber que têm companhia, assim os homens os filmam escondidos. “Temos que dar o fora daqui!”, diz um deles, mas se fizessem isso não haveria muito filme.

Em algum ponto os extraterrestres se dão conta de que há seres humanos no planeta Terra, se é que não vieram especialmente para estragar a festa de aniversário da pobregarota, e começa a luta propriamente dita. Todos os Homo sapiens, seguindo as regras bem estabelecidas dos filmes B, resolvem se “proteger” dentro da casa, facilitando o trabalho dos extraterrestres.

Eles têm boas armas dentro de casa, mais um indício de que o vídeo deve ser de algum subúrbio americano. Ah sim, eles falam inglês – os humanos, isto é. Naturalmente, protegidos todos dentro de casa com extraterrestres ameaçadores do lado de fora, qualquer pessoa atiraria no telhado. Eles fazem isso, e como um elemento no roteiro, acabam acertando um dos extraterrestres. Estamos chegando perto do clímax.

E o clímax é quando eles recolhem esse extraterrestre atingido para dentro da casa. Será que jogarão água nele para ver se derrete? Não, provavelmente ainda não tinham visto “Sinais”. Há mais confusão, e no auge, a câmera é então – finalmente – deixada de lado em um dos quartos.

Mas como em “A Bruxa de Blair”, câmeras deixadas jogadas no chão são as melhores cinegrafistas. A última cena no vídeo é dos três extraterrestres andando tranqüilamente pela casa. Um deles percebe a câmera, pára por alguns momentos e, se não fosse apenas uma criança vestindo um capacete sem expressão, provavelmente daria um sorriso. “The End”.

Apesar do final do vídeo, nenhum animal foi ferido durante a produção deste filme. Diz-se que as pessoas finalmente estabeleceram comunicação civilizada com os temíveis alienígenas de roupa colante, e um dos membros da família é levado sem dano pelos extraterrestres. “Erick”, um dos personagens que carregou um dos alienígenas carinhosamente no colo, comenta depois: “O peso [do extraterrestre] era menor do que eu imaginava, sua pele era pegajosa, parecida com a de um lagarto. Tinha cheiro de peixe podre”. Provavelmente só queriam um desodorante emprestado.

Finalmente, no melhor estilo dos finais de filmes, “Personagem A se casou com a personagem B e teve sucesso como dono da empresa C”, variação do “e viveram
felizespara sempre”, somos informados de que a família compreensivelmente resolveu se mudar do local. O vídeo é a prova do que passaram. “Pode acontecer com qualquer um”, Erick avisa ao fim. Especialmente se você for um ator.


À sua imagem e semelhança
Não conhecia detalhes certos sobre a origem deste vídeo, mas de forma reveladora, o vídeo parecia em tudo uma cópia de um filme de 1998 um pouco menos obscuro, mas ainda fictício, chamado “Alien Abduction: Incident in Lake County” [Abdução Alien: Incidente em Lake County”]. Esse é o vídeo da família McPherson, e embora tenha elementos adicionais como pessoas sangrando pelo nariz, tem a mesma idéia básica: aliens invadem uma festa de aniversário. Que é uma premissa abordada rapidamente mesmo no filme “Sinais”. O filme McPherson, aos que tenham dúvidas, está listado no Internet Movie Database (IMDb: http://www.imdb.com/title/tt0142074/), e rola os créditos dos atores ao final.

A resposta estava mesmo na incrível semelhança com o filme McPherson. O diretor e
roteirista do filme McPherson, Dean Alioto, produziu em 1989 uma versão original do vídeo, chamada simplesmente “UFO Abduction”. Essa versão original nunca foi distribuída comercialmente, embora o cinéfilo com bons US$ 150,00 à disposição possa comprar esse vídeo raro em . Não confundir “UFO Abduction” de Dean Alioto com o vídeo homônimo de Wendelle Stevens.

Pouco depois de publicada uma primeira versão deste artigo no sítio BURN , recebi uma pronta e gentil resposta de Dean Aliotto, que além de tudo foi muito claro: “Sim, Kentaro, esse é meu vídeo original”.

Alioto também comentou que “houve muita controvérsia sobre esse mesmo filme entre ‘peritos em OVNIs’ e um coronel reformado da Força Aérea. Toda a
história está lá em badmovieplanet.com:

Sem muita surpresa, o vídeo não era real e seu
produtor sempre buscou deixar tal muito claro. Isso, apesar de alguns ufólogos terem pensado o contrário, ao menos quando o vídeo foi lançado, em fim dos anos 80. E isso a despeito de canais de TV preferirem não deixar as coisas tão claras.

sábado, 25 de julho de 2009

EU VI UM DISCO VOADOR


Oito personalidades relatam a experiência de avistar um disco voador, falam da emoção e do medo que sentiram

Fábio Farah

Claudio Gatti

Em 25 de fevereiro, o Escritório de Investigação de Fenômenos Aéreos Anômalos do Peru revelou: a Força Aérea daquele país está analisando três vídeos amadores que registraram a aparição de um OVNI. Com cerca de 200 metros de comprimento, o objeto teria sido visto sobre a cidade de Chulucanas, na fronteira com o Equador, por mais de 160 pessoas entre outubro e novembro do ano passado.

Se celebridades brasileiras estivessem entre as testemunhas de Chulucanas o que diriam? “Dentro daquilo havia uma coisa viva, consciente”, comentaria a escritora Rachel de Queiroz. “Eles sabiam que nós estávamos vendo”, diria o ator Carlos Vereza. O apresentador Amaury Jr., que contabiliza mais de 40 avistamentos, sonha com um contato de terceiro grau para poder usar seu instinto de repórter: “Faria rapidamente uma entrevista”, afirma. Sem perder tempo, o cantor Fábio Júnior contaria uma experiência pessoal: “Já fui perseguido por duas naves”. Enquanto isso, o desenhista Maurício de Sousa teria rabiscado páginas em branco na tentativa de reproduzir o que vira e, finalmente, suspiraria cético: “Vi, mas não acredito”.

As celebridades acima não estavam em Chulucanas, mas afirmam ter visto discos voadores pelo menos uma vez na vida. E depois da primeira experiência passaram a olhar o
céu na esperança de que o espetáculo se repetisse novamente. Segundo o ufólogo Mário Rangel, autor do livro Seqüestros Alienígenas, Investigando Ufologia com e sem Hipnose, a tendência é que cada vez mais discos voadores apareçam às pessoas famosas. “Os extraterrestres querem preparar a humanidade para um contato formal e procuram
as pessoas que possuem maior acesso aos meios de comunicação”, garante. Clique nas imagens ao lado para saber como foi a experiência de cada um.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Major Gordon Cooper

Um dos astronautas das missões Mercúrio e o último americano a andar sozinho no espaço. Em 15 de maio de1963 ele foi lançado ao espaço em uma cápsula Mercúrio para uma jornada de 22 órbitas ao redor da Terra. Durante a orbita final, o Major Gordon Cooper disse a estação de rastreamento em Muchea (perto de Perth Austrália) que ele observava um objeto esverdeado e brilhante a sua frente que rapidamente se aproximou da cápsula. O UFO era real e sólido, porque foi detectado pelo radar de Muchea.

O avistamento de Cooper foi levado ao ar pela NBC, que estava cobrindo o vôo passo-por-passo, mas quando Cooper aterrissou foi dito aos repórteres que eles não estavam autorizados a questioná-lo a respeito do avistamento.

Dez anos antes, em 1951, ele observou UFO's enquanto pilotava um jato Sabre F-86 sobre a antiga Alemanha Ocidental. Eles eram metálicos, em forma de disco a grande altitude e se movimentavam de um forma que nenhum jato de combate Americano podia fazer.

O Major Cooper também testemunhou diante das Nações Unidas:

"Eu acredito que estes veículos extraterrestres e sua tripulação estão visitando a Terra vindos de outros planetas... a maioria dos astronautas são relutantes em discutir UFO's"

"Houve uma ocasião em 1951 em que eu observei durante dois dias muitos vôos de UFO's de diferentes tamanhos, voando em formação de combate, na maioria das vezes de leste para oeste sobre a Europa".

Em uma entrevista gravada por J. L. Ferrando, o Major Cooper disse:

"Por muito anos eu tenho vivido com um segredo, em um sigilo imposto sobre todos os especialistas em Astronáutica. Todos os dias, nos EUA, nossos radares detectam objetos de forma e composição desconhecidas para nós. Existem milhares de testemunhos e uma quantidade de documentos para provar isto, mas ninguém que torná-los públicos."

"Porque?, Por que as autoridades tem medo que população entre em pânico com medo de uma invasão. Então a ordem é: Temos que evitar o pânico de todas as formas."

"Eu fui testemunha de um extraordinário fenômeno. Ocorreu há alguns meses na Flórida. Eu vi com meus próprios olhos uma área bem definida no solo sendo consumida pelas chamas, com quatro identações deixadas por um objeto voador que desceu no meio do campo. Seres deixaram o objeto (houve traços para provar isto). Eles pareciam estar estudando a topografia, eles coletaram pedaços do solo e depois retornaram para o objeto que desapareceu a uma enorme velocidade..."

Ed White e James McDivitt

   
Em Junho de 1965, os astronautas Ed White (primeiro Americano a andar no espaço) e James McDivitt estavam passando sobre o Hawaii na nave Gemini quando eles observaram um objeto metálico de forma bizarra. O UFO tinha longos braços saindo dele. McDivitt tirou fotografias com uma câmera. As fotografias jamais foram divulgadas.

James Lovell e Frank Borman

Em Dezembro de 1965, os astronautas da Gemini James Lovell e Frank Borman observaram um UFO durante a segunda órbita do vôo de 14 dias. Borman disse que ele via uma aeronave não-identificada a alguma distância da cápsula. O Controle da missão Gemini, em Cabo Kennedy disse a ele que ele estava vendo o estágio final do próprio foguete de lançamento Titan. Borman confirmou que ele podia ver o foguete também, mas que o que ele estava vendo eram algo totalmente diferente.

Durante o vôo de James Lovell na Gemini 7:

Lovell: PLOTE ÀS 10 HORAS.

Capcom: Aqui é Houston. Repita Gemini 7.

Lovell: EU DISSE QUE NÓS TEMOS UM PLOTE ÀS 10 HORAS

Capcom: Gemini 7, estão vendo o veículo de lançamento ou é um avistamento real?

Lovell: NÓS TEMOS VÁRIOS... AVISTAMENTOS DE VERDADE.

Capcom: ...distância e tamanho estimado?

Lovell: NÓS ESTAMOS OBSERVANDO O VEÍCULO DE LANÇAMENTO TAMBÉM...

Neil Armstrong e Edwin "Buzz" Aldrin

           
De acordo com o astronauta da NASA Neil Armstrong extraterrestres possuem bases na Lua e disse-nos para ficarmos longe de lá.

Informações não confirmadas dizem que ambos, Neil Armstrong e Edwin "Buzz" Aldrin viram UFO's bem de perto depois da histórica alunissagem da Apollo 11 em 21 de julho de 1969. Pode-se ouvir um dos astronautas se referindo a uma "luz" dentro ou sobre uma cratera durante a transmissão da TV, seguido da solicitação de mais informações pelo controle da missão. Nada mais foi ouvido.

De acordo com um empregado aposentado da NASA Otto Binder, uma rádio (não citada) captou em suas próprias instalações, uma transmissão que não estava sendo passada para as TV's. Segue a transmissão:

NASA: O que há aí?

Controle da Missão chamando Apollo 11...

Apollo11: Essas "coisas" são grandes, senhor! Enormes! OH MEU DEUS! Você não iriam acreditar nisto! Eu estou dizendo existem outras espaçonaves lá fora, bem do outro lado da beira da cratera! Eles estão aqui na Lua nos observando!

Aqui está uma gravação em RealAudio de Neil Armstrong conversando com a NASA, originada da estação oficial de transmissão da NASA. Na gravação Armstrong está claramente muito exitado dizendo coisas como "Isto é inacreditável!". Esta gravação apareceu na TV Suíça em janeiro de 1997. Para mais detalhes veja o site italianohttp://www.worldlink.it/nonsiamosoli/voce_a11.htm

A gravação foi convertida para formato digital por Christian

Um certo professor que prefere se manter anônimo, conversou com Neil Armstrong durante um simpósio da NASA.

Professor: O que realmente aconteceu lá fora com a Apollo 11?

Armstrong: Foi inacreditável, claro que nós sempre soubemos da possibilidade, de fato, nós fomos alertados (pelos alienígenas). Depois disso não houve nenhuma dúvida sobre a existência de uma estação espacial ou uma "cidade" na Lua.

Professor: O que você quer dizer com "alertados"?

Armstrong: Não posso entrar em detalhes, só posso dizer que as naves deles são tão superiores as nossas tanto em tamanho quanto em tecnologia. Rapaz, eles eram grandes! ...e perigosos! Não, não há nenhuma dúvida sobre uma estação espacial.

Professor: Mas a NASA mandou outras missões para a Lua depois da Apollo 11?

Armstrong: Naturalmente - A NASA estava trabalhando duro naquela época, e não queria arriscar causar um pânico na Terra. Mas na verdade foram missões mais rápidas.

Segundo o Dr. Vladimir Azhazha:

"Neil Armstrong relatou ao Controle da Missão que dois grandes e misteriosos objetos estavam os observando depois de terem aterrissado perto do módulo lunar. Mas esta mensagem jamais foi ouvida pelo público - porque a NASA censurou".

De acordo com o Dr. Aleksandr Kasantsev, Buzz Aldrin filmou a cores os UFO's de dentro do Módulo.

Armstrong confirmou a história mas recusou entrar em detalhes além de admitir que a CIA estava por trás do acobertamento.

Donald Slayton

Donald Slayton, astronauta da Mercúrio, revelou em uma entrevista que ele viu um UFO em 1951:

"Eu estava testando um P-51 em Minneapolis, quando eu observei o objeto. Eu estava a cerca de 10.000 pés de altitude em um belo entardecer. Eu pensei que era um balão, depois eu lembrei que nenhum balão podia voar aquela altitude."

"Quando eu me aproximei vi que se parecia com um balão metereológico cinza e com mais ou menos 1 metro de diâmetro, mas quando assim que eu me posicionei por trás daquilo, ele não se parecia mais com um balão meteorológico. Se parecia com um disco."

"Então, eu vi que estava se afastando de mim, então estava se afastando a mais ou menos 300 milhas por hora. Eu ainda o detectei por um instante, e depois a coisa se elevou. Virou subindo em um ângulo de 45 graus, acelerou e desapareceu"

Major Robert White

Em 17 de Julho de 1962 o Major Robert White reportou um UFO durante o seu vôo com o X-15. O Major White disse:

"Não tive a menor idéia do que poderia ser aquilo. Era acinzentado e estava a 30 ou 40 pés de distância." Depois, de acordo com um artigo da Time Magazine, o Major White disse pelo rádio:

"Existem coisas lá fora! Absolutamente existem!"

Piloto da NASA Joseph A. Walker

Em 11 de maio de 962 o piloto da NASA Joseph Walker disse que uma de suas tarefas era detectar UFO's durante os vôos do X-15. Ele filmou 5 ou seis UFO's durante a sua gravação do vôo em abril de 1962. Foi a segunda vez que ele filmou UFO's em vôo. Durante um encontro na Segunda Conferência Nacional para Uso Pacífico da Pesquisa Espacial em Seattle, ele disse:

"Não me sinto como se tivesse especulando sobre eles. Tudo o que eu sei é o que apareceu no filme, que só foi observado depois do vôo." - Joseph Walker

Até o presente momento nenhum filme foi divulgado ao público.

Comandanter Eugene Cernan

Eugene Cernan foi o comandante da Apollo 17. Em um artigo do Los Angeles Times em 1973 ele disse sobre os UFO's:

"Eu tenho sido perguntado (sobre UFO's) e eu tenho dito publicamente que eu acho que eles (UFO's) são de alguma outra civilização."

NASA's Maurice Chatelain

Em 1979 Maurice Chatelain, chefe do sistema de comunicações da NASA, confirmou que Armstrong de fato reportou ter visto dois UFO's em uma cratera. Chatelain acredita que alguns UFO's vem do nosso próprio sistema solar - especialmente TItan.

"O incidente era de conhecimento comum de todos na NASA, mas ninguém falou nisso até agora."

".. todos os vôos das missões Apollo e Gemini foram seguidos, de perto e de longe, por espaçonaves de origem extraterrestre - Discos Voadores ou UFO's, se você quiser chamá-los pelo nome. Todas as vezes que isto aconteceu os astronautas informaram o Controle da Missão que então ordem silêncio absoluto."

Piloto Walter Schirra

"Acho que Walter Schirra, à bordo da Mercúrio 8, foi o primeiro astronauta a usar o codinome "Papai Noel" para indicar a presença de Discos Voadores próximo as cápsulas espaciais."

James Lovell

Foi um pouco diferente quando James Lovell no comando do módulo da Apollo 8 sai do lado oculto da lua e disse para que todos escutassem: "POR FAVOR ESTEJAM INFORMADOS DE QUE PAPAI NOEL EXISTE". Era dia de natal em 1968, muitas pessoas viram um sentido oculto no significado de suas palavras.

Os rumores persistem. A NASA é uma agência civil, mas muitos de seus programas são custeados pelo orçamento de defesa e a maioria dos astronautas estão sujeitos aos regulamentos de segurança militar. Otto Binder, Dr Garry Henderson e Maurice Chatelain disseram publicamente que os astronautas estão sobre ordem restritas de não discutir seus avistamentos. Gordon Cooper testemunhou em um comitê das Nações Unidas como um astronauta que realmente foi testemunha de um UFO pousado. Se não há sigilo, porque estes avistamentos não podem ser tornados públicos?

Pete Conrad e Richard Gordon

Estas fotos foram tiradas na missão Gemini 11 em 13 de Setembro de 1966

Os arquivos da NASA mencionados acima estão em:

Above Top Secret de Timothy Good
The UFO Encyclopedia de John Spencer